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Sindicatos se reúnem com Superintendência de Atenção de Redes para tentar reverter o corte nas gratificações 21/08/2019

A presidente do SIMEGO, Franscine Leão, e o assessor Jurídico da entidade, Marun Kabalan, participaram de uma reunião com o superintendente de Gestão de Redes de Atenção à Saúde, Silvio José de  Queiroz, para discutir diversas demandas dos servidores da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia. Dentre elas, podemos destacar  o corte nas gratificações mediante a apresentação de licenças médicas, licenças premium e seguridade social.  Estiveram presentes ao encontro, representantes do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Goiás (SIEG), do Sindicato dos Odontologistas no Estado de Goiás (SOEGO) e do Sindicato dos Trabalhadores no Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindsaúde/GO). 

 


A presidente do SIMEGO, Franscine Leão, e o assessor Jurídico da entidade, Marun Kabalan, participaram de uma reunião com o superintendente de Gestão de Redes de Atenção à Saúde, Silvio José de  Queiroz, para discutir diversas demandas dos servidores da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia. Dentre elas, podemos destacar  o corte nas gratificações mediante a apresentação de licenças médicas e seguridade social.  Estiveram presentes ao encontro, representantes do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Goiás (SIEG), do Sindicato dos Odontologistas no Estado de Goiás (SOEGO) e do Sindicato dos Trabalhadores no Sistema Único de Saúde no Estado de Goiás (Sindsaúde/GO). 


Durante a reunião, a advocacia geral da SMS de Goiânia foi enfática ao afirmar que no momento não há nenhuma possibilidade em revogar o corte no pagamento das gratificações, visto que há um segundo parecer (2019) que autoriza o corte. Outro ponto debatido foi a reativação da Mesa de Negociação para que sejam discutidas questões como Plano de Carreira, formas de cumprimento das jornadas de trabalho,  realinhamento de salários e para que as mudanças que são feitas na vida laboral do servidor da SMS de Goiânia sejam debatidas antes de sua implementação. Com relação à Mesa de Negociação, os representantes da SMS se comprometeram a publicar uma portaria com os novos componentes da Mesa de Negociação.


Para a presidente do SIMEGO, como não houve avanço nas negociações com a SMS de Goiânia,  não há outro caminho a não ser a judicialização para questionar o corte nas gratificações. “O SIMEGO em conjunto com os outros sindicatos entrarão com uma ação coletiva na Justiça para contestar esses cortes. Não é razoável a maneira com que está sendo feito. Apesar de ser uma gratificação já faz parte do vencimento do trabalhador, afinal de contas, o salário base está muito defasado. Além disso, vamos questionar a Procuradoria Geral do Município para que se posicione sobre o assunto, já que temos dois pareceres opostos, um de 2016 que afirma que não se pode fazer este corte e outro de 2019 que diz que é possível realizar esses cortes”, afirmou.

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