O SIMEGO manifesta preocupação diante da redução de aproximadamente R$ 6,17 milhões mensais na disponibilização de recursos do Tesouro Municipal destinados ao custeio dos profissionais credenciados da rede municipal de saúde de Goiânia.
A medida, prevista para produzir efeitos a partir de 8 de setembro, poderá provocar redução significativa das equipes e escalas médicas, inclusive nas portas de urgência e emergência, justamente em um cenário que já exige atenção quanto à capacidade assistencial da rede.
A própria Secretaria Municipal de Saúde apontou riscos como aumento das filas e do tempo de espera, redimensionamento de serviços, sobrecarga das equipes e possibilidade de agravamento de desfechos clínicos.
Não se trata apenas de uma discussão financeira. A redução de profissionais impacta diretamente quem está na ponta: médicos, equipes de saúde e, principalmente, a população que depende do SUS.
O SIMEGO já adotou providências institucionais e seguirá cobrando transparência quanto aos critérios e fundamentos da medida, bem como soluções que preservem a continuidade e a segurança da assistência.
Defender condições adequadas de trabalho também é defender uma saúde pública segura e acessível para todos





