O Simego participou de uma segunda reunião no Ministério Público de Goiás, nesta quinta-feira (22), para discutir a manutenção dos contratos vigentes na capital, melhorias nas condições de trabalho, e como os cortes nos honorários médicos trazem prejuízos para a assistência prestada à população em Goiânia.
Na reunião, o Sindicato sustentou que saúde é um serviço público essencial e estratégico, e que a continuidade do atendimento passa, necessariamente, pelo respeito aos direitos, às prerrogativas e à qualificação técnica dos médicos. A entidade destacou que reduções abruptas de honorários afastam profissionais experientes, que dedicaram anos de estudo, formação e prática para oferecer atendimento seguro, ético e de qualidade, comprometendo o funcionamento da rede.
Ao mesmo tempo, defendeu a valorização dos clínicos gerais, maioria dos profissionais que atuam no SUS e responsáveis por atender as principais demandas da população, especialmente na atenção básica e nas unidades de urgência. Para o Simego, não há fortalecimento do sistema sem reconhecimento desse trabalho.
Durante o encontro, o Município sinalizou para abertura de diálogo, o que foi recebido com *cautela* pelo Sindicato. O Simego reforçou que seguirá atuando, com a intermediação do Ministério Público, para assegurar a continuidade dos contratos vigentes, garantir segurança jurídica aos médicos e evitar retrocessos que coloquem em risco a assistência em saúde.





